2020 começa melhor do que se esperava para Mendes

Embora esteja sentado na cadeira de governador há os mato-grossenses

Pronto…. Foi-se mais uma semana de trabalho na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT). E que trabalho…. Mas no final a voz das urnas se faz ouvir.

E a mesma urna que escolheu o governador do Partido Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, para administrar o Estado de Mato Grosso, também, escolheu aqueles que estão exercendo o papel de “oposição” dentro da Casa de Leis.

Na Democracia, o papel da “oposição” é claro: fiscalizar a administração, os atos dos governantes, atuar como agente capaz de aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões.

“Oposição” competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política. Além disso, deve ser propositiva e apresentar caminhos diferentes dos atuais para garantir maior eficiência do setor público e possibilitar o constante crescimento nacional.

Ainda bem que os mato-grossenses, já estão acostumados com “alta temperatura” na política. Adaptados ou não com o clima, o ano de 2020, começou bem para o governador Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, com a aprovação na primeira quinzena da Reforma da Previdência e da Lei Orçamentaria Anual (LOA) 2020, que anos anteriores, acontecia no último dia de janeiro.

A “oposição” tentou, mas não podemos deixar de registrar, que a apreciação dos Projetos, foi uma das mais acirradas disputas entre a bancada oposicionista e o Governo do Estado, superando o movimento pela redução da alíquota do ICMS, nas contas de energia e telefone em Mato Grosso.

E por falar em “oposição”…há décadas, ela não passou de ser do contra, criticando todo e qualquer Projeto do Governo do Estado. Fazem discursos inflamados, gritam, vez ou outra se ouve discursos numa voz rouca incentivando aos companheiros a não ceder.

Passam-se os anos e a “oposição” continua com seus discursos inflamados. Entretanto a verdadeira “oposição” é bem diferente, pois ser simplesmente do contra para não dizer que estão a serviço do Governo é estar a serviço do Governo, que quando não quer determinado Projeto aprovado, basta colocar em pauta para discussão no Plenário para receber os votos contrários da “oposição” a serviço do Governo.

A “oposição” tenta impedir aprovação de Projetos, não como forma de pressão por melhores e menores gastos públicos, mas sim, para tentar paralisar um governo, que já não anda lá muito bem das pernas.

A “oposição” ainda encara a política como um adversário em que o importante é derrotar o lado oposto. No poder a “oposição” arrasou a economia, acabou com as instituições, levando Mato Grosso à breca.

De volta a “oposição”, que adota a prática do “quanto pior melhor”, como se a derrota do Governo do Estado, não fosse a derrota do povo mato-grossense.

A prática nunca foi recíproca. Quando esteve no Poder, sempre contou com apoio praticamente de todas as forças políticas, e o pouco de “oposição” que se viu, sempre foi responsável e em prol de Mato Grosso.

É uma pena que algumas pessoas sejam eleitas, pois jamais contribuíram no Poder ou na “oposição”, para um Mato Grosso melhor. Ao contrário, sempre agiram, como agem agora, em benefício próprio e de seu grupo.

Afinal….que “oposição” é essa no Legislativo de Mato Grosso? A do estilo Partido dos Trabalhadores (PT) contínua e implacável? Uma espécie de UFC político?

É triste, quando se ouve os mesmos falando de “novo” e, continuam com as mesmas práticas, com exceção de alguns poucos políticos e partidos.

A impressão que se passa é que mais vale o atendimento de um interesse pessoal (votos) ou partidário.

Também como esperar atitude de quem na campanha, se desinteressou pela apresentação de propostas para solucionar os graves problemas de administração pública, especialmente os mais reclamados pela população?

Enquanto isso…aqui fora, o povo continua tendo vida de gado. Com suas dores anestesiadas com a “morfina” da Copa do Mundo, o povo segue.