Luz aparece no final do túnel: “Homem de Ferro” muda discurso e Mato Grosso já tem perspectiva de dias melhores

Mesmo sem fazer analogia aos 100 primeiros dias de gestão, o governador Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira, o Homem de Ferro, disse ontem, durante a sua peregrinação aos órgãos do Estado, Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) e Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT), para mostrar dados levantados por sua equipe de governo, que mesmo com dificuldade, as ações tomadas desde o princípio, já está dando resultado positivo.

O governador Democrata ainda não apresentou números para imprensa, nem marcou data para esta ação, mas pela primeira vez, nesses cem primeiros dias, durante uma coletiva, não falou em problemas do passado, não criticou a gestão passada, e com otimismo disse que está apresentando aos órgãos competentes do Estado de Mato Grosso, a real situação da máquina pública, como também as ações que foram tomadas e as que serão realizadas.

Desde o princípio de sua gestão, que o governador Mauro Mendes está enfrentando várias crises, por vários motivos e interesses, quando o “Pacotão” de medidas de austeridade foi anunciado, a notícia balançou cada pé de pequi da região, teve grão de soja caindo antes da hora, até pacupeva foi vista no asfalto.

Na época, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), deputado estadual José Eduardo Botelho, também do mesmo partido do governador Mauro Mendes, o Democrata (DEM), teria dito que o “Pacote de Medidas”, o chamado “Pacotão” que foi apresentado pelo governador para tentar conter a crise financeira do Estado “desagradou” a todos.

É verdade que as soluções desagradam a todos. Desagrada os funcionários, o setor produtivo, porque vai ter um aumento de sobrecarga de impostos e contribuições. Porém, nós deputados temos que ser responsáveis nesse momento”.

Com o “Pacotão de Medidas”, vários sindicatos ensaiaram um greve geral contra o Governo do Estado, e a intenção do funcionalismo público era chamar a atenção no que tange a falta de isonomia entre os Poderes, o não parcelamento salarial e do 13º salário, obrigatoriedade constitucional do pagamento até o dia 10 de cada mês, garantia da Revisão Geral Anual (RGA) e não ao aumento da contribuição previdenciária.

Mauro Mendes disse na época em que foi aprovado o “Pacote de Medidas” pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que tudo visa a retomada do equilíbrio financeiro do Estado, já que segundo o próprio Mauro Mendes, teria herdado uma dívida de R$ 3,9 bilhões em restos a pagar.

O ambiente de “crise” ainda não mudou, porém o período de “Lua de Mel” com o povo que ainda persiste, já está se acabando, coincidência ou não, justamente no período em o governador Democrata deverá apresentar as boas e novas notícias para população.

A expectativa do povo já muda, com o surgimento da Luz no Fundo do Túnel, o governador Democrata Mauro Mendes decretou “Calamidade Financeira”, e por 180 dias o Estado ficou impossibilitado de realizar pagamentos, fez vários corte com o “Pacotão” de austeridade, economizou ou deixou de gastar em vários setores, cortou na “carne” de muita gente, com essas ações, o Estado economizou milhões de reais, e com o faturamento, segundo informações do site www.impostometro.com.br, a arrecadação de dinheiro, apresentou um aumento acima da expectativa orçamentária, desta forma, com a economia gerada pelo “Pacotão” de austeridade, com a receita positiva e com o R$ 1 bilhão de empréstimo aprovado pelo Assembleia Legislativa de Mato Grosso, a “falta de dinheiro” não será mais motivo para o Estado vender uma suposta imagem de “crise“.

Segundo informações de especialistas, até o final dos 180 dias do período de calamidade financeira, a máquina pública deve ter enxugado, economizado, acumulado, guardado, perto de R$ 1 bilhão, com os cortes, reformas administrativas e com o não pagamento das dívidas do Estado, já que existem empresários e prestadores de serviços que estão na expectativa de receber do Estado desde 2017.

Fazendo uma conta simples de um mais um, até o início do segundo semestre, o Governo de Mato Grosso deve ter cerca de R$ 2 bilhões de reais nos cofres para começar a trabalhar, tocar as 114 obras anunciadas, fazer os repasses aos municípios e poderem em dia, quitar as dívidas com fornecedores e prestadores de serviços e pagar o salário dos funcionários públicos até o último dia útil de cada mês.

Pelo que tudo indica, o Homem de Ferro e a sua equipa está no caminho de colocar Mato Grosso novamente na linha do progresso. – (Lauro Nazário)

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